Conjunto de obras ampliam a capacidade de coleta, interceptação e tratamento dos esgotos

Como todos sabem, as atividades da Sabesp não se restringem à operação de sistemas de saneamento básico e à execução de novas ligações de água e esgoto. Seu grande objetivo é ajudar a melhorar cada vez mais a qualidade de vida da população.
É por essa razão que a Sabesp investe em programas de educação ambiental e pesquisas tecnológicas para promover o uso mais racional da água e a preservação do meio ambiente.
Despoluir o Rio Tietê é um dos desafios mais importantes que a Sabesp tem participado e que vem gerando resultados muito positivos. A empresa ficou responsável pela coordenação e execução das principais obras do sistema de coleta e tratamento de esgoto da Região Metropolitana de São Paulo, onde há o maior despejo de poluentes.
Projeto de fases
Concebido em decorrência de um grande movimento da sociedade em 1992, que resultou em mais de um milhão de assinaturas coletadas, o Projeto Tietê, considerado um dos maiores projetos ambientais do mundo, é um exemplo de gestão em projetos de saneamento.
É basicamente um conjunto de obras destinadas a ampliar a capacidade de coleta, interceptação e tratamento dos esgotos da Região Metropolitana de São Paulo.
Com investimento de Us$ 1,1 bilhão na 1ª Etapa, é o maior projeto de despoluição já financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, com benefícios não só para a Região Metropolitana de São Paulo, mas também para o Interior do Estado.
Durante essa etapa (1992 a 1998), os empreendimentos concentraram-se na construção de 3 grandes estações para impedir que 550 milhões de litros de esgotos fossem despejados nos rios e córregos da Região Metropolitana de São Paulo.
Como resultado os índices de coleta passaram de 63% em 1992 para 80% em 1998, e o tratamento, no mesmo período, saltou de 20% para 62%. A mancha de poluição no interior do Estado recuou 120 quilômetros e hoje é possível encontrar peixes na região de Anhembi, na Bacia do Médio Tietê.
Segunda etapa
A segunda etapa (2002-2008) compreende a construção de 36 km de interceptores, 110 quilômetros de coletores-tronco, 1,2 mil quilômetros de redes coletoras e 290 mil ligações domiciliares. A partir destes empreendimentos, será possível coletar e tratar o esgoto de mais de 1 milhão de pessoas da Região Metropolitana de São Paulo. Com isso, a carga de poluição do rio Tietê trará como conseqüência a redução da mancha crítica de poluição em mais de 40 km. Além disso, os índices de coleta passarão de 80% para 84% e os índices de tratamento aumentarão de 62% para 70% na Região Metropolitana de São Paulo.
Clique aqui e conheça o site do Projeto Tietê
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