
Início da Operação: 05 de junho de 1998
População Equivalente de Projeto: 1,2 milhão de habitantes
Vazão Média de Projeto: 2,5 mil litros por segundo
Vazão Atual: 2 mil litros por segundo (média 2008)
Tipo de Planta: O processo de tratamento é de lodo ativado por alimentação escalonada e em nível secundário, com grau de eficiência de cerca de 90% de remoção de carga orgânica medida em DBO.
Sistema de Esgotamento Sanitário: Os esgotos são transportados para a estação através de coletores-tronco e do Interceptor Tietê (iTi-09) e perfaz uma extensão de aproximadamente 85 km, com diâmetros acima de 600 mm.
Limites da legislação:
DBO: 60 mg/l média mensal, ou 80% de remoção
SS: 0,1 ml/l, média mensal
pH: 5,0 a 9,0
Localização: A Estação de Tratamento de Esgotos do Parque Novo Mundo está localizada no município de São Paulo, na margem direita do rio Tietê, cerca de 300 m a jusante da foz do rio Cabuçu de Cima, junto à Avenida de Interligação Marginal Tietê - Fernão Dias. O Sistema Parque Novo Mundo atende parte das zonas Leste e Norte do município de São Paulo e foi projetado para atender parte do município de Guarulhos.
Histórico: A estação teve sua concepção inicial em 1985, na Revisão e Atualização do Plano Diretor de Esgotos da RMSP- COPLADES e integra o Projeto Tietê, programa destinado a melhorar a qualidade dos cursos de água da Bacia do rio Tietê na Região Metropolitana de São Paulo.
Ela foi projetada com processo de tratamento por lodos ativados por alimentação escalonada, com grau de eficiência de 90% de remoção de DBO (carga orgânica) e de sólidos em suspensão. Devido à exigüidade da área disponível, algumas variações ao processo convencional foram adotadas, como: utilização de peneiras rotativas em substituição aos decantadores primários e estabilização química do excesso de lodo secundário em lugar da digestão anaeróbia.
A estação de tratamento foi projetada originalmente para uma vazão média máxima de 7,5m³/s. A divisão em fases de expansão da estação exigiu a construção de 3 módulos, cada um dimensionado para tratar 2,5 m³/s. A primeira fase da construção foi concluída e entrou em operação em 05 de Junho de 1998, projetada nesta fase para tratar uma vazão média de 2,5 mil litros por segundo.
A planta está tratando atualmente 2 mil litros por segundo (média 2008).
Descrição dos Processos Unitários
O processo de tratamento é constituído por duas fases: líquida e sólida.
Unidades da Fase Líquida
4 Grades Grosseiras
4 Estação Elevatória de Esgoto Bruto
4 Grades Médias Mecanizadas
4 Peneira Rotativa
4 Caixas de Areia
4 Tanque de Aeração
4 Decantadores Secundários
Unidades da Fase Sólida
4 Adensadores por Flotação
4 Condicionamento Químico dos Lodos
4 Desidratação Mecânica
Sistemas de Apoio
4 Edifício dos Compressores
4 Sistema de Água de Utilidades
4 Sistema Elétrico
4 Sistema de Supervisão e controle (SSC)
4 Sistema de Controle de Odores
Água de Reúso
Estação de Tratamento de Água de Reúso com capacidade nominal de 40l/s, concebida como uma estação convencional, constituída de uma unidade de mistura rápida/redutor de velocidade, calha parshall, 3 floculadores, 2 decantadores de manto de lodo tendo cada unidade um volume de 57 m3 e 4 filtros rápidos de fluxo descendente com 3.141 m2 de área, constituídos de areia e antracitro como material filtrante.
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